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Turismo Rural No Alentejo - Galeria

1. À volta da Quinta o campo fascina pela sua beleza selvagem. Nesta região a população é muito esparsa porque os terrenos, na sua maioria, são pouco férteis. Contudo, se forem brindados pela chuva, em qualquer lugar para onde estejamos a olhar, desabrocham flores bravas incríveis. Além disso, a ausência total do uso de pesticidas e herbicidas promove o enriquecimento duma flora quase nunca vista na Europa.

2. A melhor altura do ano para explorar esta parte do nosso paraíso é na Primavera, quando a vegetação envolvente se mistura naturalmente com os jardins da Quinta. Os jardins continuam a florescer durante o resto do ano devido à sua proximidade do Lago. No entanto, quando o Verão começa a aquecer, a vegetação à volta da Quinta fica como que adormecida por mais um ano, devido à falta de irrigação. Por este motivo os nossos jardins servem de chamariz à fauna local, lembrando-nos todos os dias da fertilidade da Primavera. O jardim foi concebido desde o seu início para se tornar num porto seguro multifacetado para a vida selvagem da região e desenvolve vários habitats bastante distintos, para além disso continua a ser um jardim apreciável por todos nós.

3. Facilmente acessível a pé da Quinta, existem barrancos escondidos que mantêm a sua tonalidade verde ao longo do ano, e mais uma vez somos invadidos por um sentimento de paz que surge da contemplação do campo que se mantém virgem. A área envolvente parece do tempo em que o homem pela primeira vez se aventurou nestas serras emaranhadas, serras que servem de transição entre as planícies Alentejanas e a Paisagem Algarvia, bastante devastada por um turismo de massas. Seguimos os trilhos do gado ao longo da serra e chegamos ao bar local, "Bar da Maria", onde nos pode ser servida uma bebida refrescante e revigorante para a viagem de regresso. É como ficar imerso não apenas pela beleza que a flora local nos oferece, mas também pela forma acolhedora como somos recebidos, cada vez menos característica dos nossos dias.

4.Basta uma hora de carro a nordeste para chegarmos às planícies Alentejanas e encontrarmos uma paisagem completamente diferente daquela que envolve a Quinta, onde a vista se perde num horizonte preenchido aqui e ali por Sobreiros. Aqui encontramos as cearas, ovelhas, pastores e céus abertos que nos devolvem a harmonia da paisagem. Com um clima tão frio no Inverno como quente no Verão, chegada a Primavera, irrompe um tapete de flores de uma beleza indescritível e sem limites.

5. A Oeste, também a uma hora de caminho, fica a Costa Vicentina, bastante ventosa e rochosa, onde encontramos outra jóia no que respeita à flora existente.
Os solos arenosos promovem um habitat completamente diferente que apenas é utilizado quando as sementes conseguem permanecer no solo tempo suficiente, de modo a que seja possível germinar, tarefa difícil quando se tem em conta a fortaleza dos ventos. Contrariamente ao ciclo da natureza, chegado o calor, a flora prolonga-se por todo o Verão bem temperada graças à brisa marítima, visitante desta região. Esta flora encontrada ao longo destas falésias permanece, até agora, quase intocável ao turismo de massas, que contaminou tantos outros habitats virgens da Europa durante estes últimos trinta anos.

6. Para além da variedade de paisagens que aqui falamos, para quem quiser, é possível desfrutar apenas da Quinta e da zona que a envolve, uma vez que muitos dos nossos hóspedes o fazem ano após ano. A relva perto da margem do Lago é convidativa, independentemente da estação do ano, as horas passam sem que nos demos conta e no final de cada dia regressamos para um jantar servido no terraço, onde podemos contemplar um céu estrelado e desfrutar de uma total sensação de bem estar, neste "Paraíso em Portugal".

7. Birdinginportugal.com mistura passeios guiados por Frank, o proprietário da Quinta, em todo o sul de Portugal, com passeios mais centrais a volta da Quinta numa região de beleza única. Há uma grande variedade de vida selvagem na vizinhança da Quinta, como por exemplo um dos enigmas da ornitologia dos mais interessantes da Europa: o Azurwing Magpie (cyana de Cyanopica).Esta espécie encontra-se somente na Península Ibérica e no sudoeste asiático. Desde muito tempo supunha-se que um casal tenha atravessado o continente asiático ate a nossa área e por aqui ficou. Mas em 1999, foi feito um exame detalhado do ADN de um exemplar asiático e outro ibérico, e descobriram que são duas espécies completamente diferentes mesmo que a sua aparência seja espectacularmente a mesma.

Para mais informação veja o web site Birding-in-portugal.com.

Frank McClintock é um guia amigo da natureza, que tenta tudo o que é possível para não incomodar a fauna. Frank é membro de RSPB, BTO e SPEA.

8. A volta da Quinta também e possível observar uma larga variedade de Toutinegras, Stonechat, Woodchat Shrike, Abelha-comedores, Kingfishers, três variedades de Woodpeckers e três das águias, (toed curto, carregadas e Bonelli), falcões peregrinos, bem como outras rapinas... A área tem também uma densidade das mais elevadas da Europa de Rouxinóis.

9. A noroeste da Quinta encontra-se o Estuário do Sado e a Lagoa de S. André, que são áreas protegidas para aves aquáticas, como Squacco Heron, Heron roxo e Spoonbill. Das rapinas destacam-se o pântano Harrier e o kite voador preto.

10. A nordeste da Quinta encontram-se as planícies do Alentejo. Os residentes aqui chamam-se Abetarda, Sandgrouse inchado preto, Curlew de pedra, pouco Kestrel, Montagu Harrier, vermelho rumped a andorinha, o Callandra, o Thekla, o Crested, e os pardais das cotovias da canção, do espanhol e da árvore, o preto Wheatear eared, rolo, o Collared Pratincole e kites pretos e vermelhos entre outros

11. A sudeste da Quinta encontra-se o estuário de Ria Formosa, a sua riqueza conta com Avocet, Spoonbill, flamingo, preto e Godwit Barra-bar-tailed, enegrece o stilt voado, snipe, Redshank e Greenshank, como também. mergulhadores e patos tais como Shoveler, Pochard, vermelho crested Pochard, Teal, Pintail, Widgeon e Gadwall. É também famosa pela sua população de Galinules roxo, e algums Bitterns.12. A sudoeste pode-se observar no momento indicado, a rota migratória ao longo da costa rochosa de Portugal, o tordo da rocha, o Falcão Peregrino, o bunting da rocha e o gado azuis Egret entre outros. Durante o Outono as rapinas que migram para sul ao longo da costa com destino a África, passam por Sagres e uma vista inesquecível.